Conheça a história dos condomínios residenciais

Projetos focam em planejamento para qualidade de vida, oferecendo segurança, conforto e lazer em um só lugar

Entrar e sair de casa tranquilamente, não precisar de muros ou grades nas residências e aproveitar as áreas verdes e de lazer do entorno com a família. À primeira vista pode parecer que o assunto é morar no Exterior, em algum lugar dos Estados Unidos ou da Europa. Mas não, é possível ter tudo isso nos condomínios residenciais, bem perto dos centros urbanos, espalhados pelo País.

A história dessas construções teve um marco no Brasil em 1973, em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Sócios de uma construtora, os engenheiros Yojiro Takaoka e Renato Albuquerque adquiriram um enorme terreno e lançaram ali o primeiro centro empresarial brasileiro para indústrias não poluentes.

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As construções condominiais começaram na Região Metropolitana de São Paulo (Foto: Shutterstock)

Porém, os engenheiros perceberam que as pessoas que trabalhavam no local precisavam de moradias próximas da região. Com isso surgiu o Alphaville Residencial. Entre 1975 e 1990, foram implantados outros 12 residenciais. No período, a construtora Albuquerque Takaoka urbanizou 10 milhões de metros quadrados em Barueri e Santana de Parnaíba.

Em 1995, a empresa passou a se chamar Alphaville Urbanismo e iniciou a expansão dos condomínios pelo Brasil. Hoje, é considerada referência nacional em empreendimentos horizontais e bairros planejados.

“Estamos presentes em 23 estados e no Distrito Federal e já são mais de 103 empreendimentos em um total de mais de 80 milhões de metros quadrados urbanizados”, diz Marcelo Willer, diretor-presidente da Alphaville Urbanismo.

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Com o passar dos anos os modelos de condomínio foram se sofisticando (Foto: Shutterstock)

Do início para cá, Willer explica que muita coisa mudou. Hoje os projetos já nascem com um plano de desenvolvimento de longo prazo, permitindo um melhor dimensionamento das infraestruturas e a regulamentação dos usos futuros.

“A evolução aconteceu também no que se refere aos hábitos de moradia dos consumidores. Antes, quanto maiores fossem os terrenos e as casas, melhor. Contudo, esta percepção sofreu transformações com o tempo”.

Equilíbrio

O público (geralmente famílias) que procura um imóvel nesses condomínios quer um equilíbrio entre comodidade e segurança, explica Hugo Serra, gerente de produto da Alphaville Urbanismo. Segundo ele, o contato com a natureza também é fundamental nos projetos.

“O mais importante é proporcionar qualidade de vida. E uma das maneiras mais eficientes para isso é disponibilizar aos moradores amplos espaços verdes. Os clientes estão dispostos a investir em projetos que prezam pela preservação ambiental”.

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Cada localidade possui marcas residenciais que se aplicam sobre os condomínios (Foto: Shutterstock)

Os empreendimentos variam de acordo com a empresa e a localidade. Para receber um projeto da Alphaville, por exemplo, a área precisa ter mais de 400 mil metros quadrados e se situar em vias de fácil acesso aos centros urbanos de pelo menos 300 mil habitantes.

“Cada projeto é único, por esse motivo não existe um número padrão. O Alphaville é um residencial de alto padrão com lotes a partir de 360 metros quadrados. Já o Terras Alpha possui lotes a partir de 275 metros quadrados, com os mesmos padrões de lazer, segurança e infraestrutura”, detalha Serra.

Planejamento

Para a construção de um condomínio horizontal são estudadas as características do local, de forma a encontrar o perfil de produto ideal para os potenciais compradores. Itens específicos de lazer são pensados de acordo com as necessidades de cada região.

“Estamos sempre atentos ao que o mercado oferece e também investimos em programas próprios de inovação, para proporcionar aos clientes mais do que um espaço para morar e, sim, um novo estilo de vida completo”, afirma Serra.

Fonte: Revista ZAP em Casa


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